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08/06/2018 - 1ª VT de São Miguel dos Campos obtém o 2º melhor IPJ da região

1ª VT de São Miguel dos Campos obtém o 2º melhor IPJ da região

No último dia 15 de maio, a vice-presidente e corregedora do Tribunal Regional do trabalho da 19ª Região (TRT/AL), desembargadora Vanda Lustosa, conduziu audiência pública de correição na 1ª Vara do Trabalho de São Miguel dos Campos. Os dados analisados referem-se ao período de 1º de maio de 2017 a 30 de abril de 2018. O relatório apontou que o índice de processos julgados da Unidade foi de 134,8% - o 2º melhor da região.

O desempenho na prolação de sentenças líquidas, de 87,1%, está acima da média regional, que é de 73,2%. No tocante aos indicadores da fase de execução, a Vara apresentou índice de execução (IE) no percentual de 159,7%, acima da média geral do Regional, que alcançou 101,5%. Consequentemente, a taxa de congestionamento na fase de execução ficou em 38%, a menor da região.

Já a taxa de congestionamento de pauta, em 24%, ficou em patamar minimamente superior às médias das Unidades da capital e do interior,  que foram de 23 e 22%, respectivamente. O tempo médio de duração do processo (TMDP) ficou em aproximadamente seis meses e meio  (194 dias).

Quanto ao índice de atendimento às metas (IAM), a VT pontuou integralmente em cinco das sete estipuladas e obteve 80% de outra, o que lhe conferiu, momentaneamente, 38 pontos dos 51 possíveis, posicionando-se atualmente na 15ª colocação no Regional.

Após a apresentação do relatório, a desembargadora Vanda Lustosa fez uma análise sobre a importância da correição e, na ocasião, falou sobre as funcionalidades  do índice nacional de gestão de desempenho (iGest) - nova ferramenta que, segundo ela,  proporciona a detecção de problemas, de forma antecipada, permitindo uma intervenção proativa, uma vez que exibe um retrato fidedigno do que está acontecendo na unidade. A magistrada ainda ressaltou a necessidade de se manter o equilíbrio das decisões, independente de qualquer conjuntura.

A juíza substituta,  Ana Luísa de Morais Amorim Figueiredo, observou que  a escassez de acordos nas regiões que dependem da agroindústria canavieira deve-se ao grande número de usinas que estão  entrando em processo de falência ou recuperação judicial. De acordo com ela, isso faz com que  o entrave na fase executória pouco tenha  a ver com o desejo e a  capacidade de agilização da Vara. Clique aqui para acessar a Ata.

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