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MPM: Projeto Café com História debate tema Patrimônio Cultural ? Prevenção é cidadania

O Memorial Pontes de Miranda, espaço museológico do Tribunal Regional do Trabalho da 19ª Região (TRT/AL), realizou na última quarta-feira (26.04) a 3ª edição do projeto Café com História. O tema Patrimônio Cultural – Prevenção é cidadania foi apresentado pela museóloga e professora de história da arte Carmem Lúcia Dantas. Ação educacional contou com servidores, professores convidados e estudantes universitários.   

          A 3ª edição do projeto foi aberta pela secretária-geral da presidência e curadora do Memorial Pontes de Miranda (MPM), Marta Suseni Lisboa, que manifestou a satisfação em interagir com os participantes na troca de informações proposta pelo projeto. “O formato de encontro com grupos como esse desenvolve diálogo informal e acrescenta interatividade entre diversas áreas de conhecimento, além de proporcionar informações diversas da área do Direito”, destacou.

          A professora convidada enalteceu a iniciativa e disse ter muita satisfação em participar de encontros no formato idealizado pelo MPM, visto que espaço para o bate-papo aproxima as pessoas e deixam todos muito à vontade para contextualizar os temas que podem contribuir muito para o desenvolvimento cultural de Alagoas.

          Carmem Lúcia falou sobre as contribuições dos cidadãos para a manutenção e preservação dos bens culturais materiais e imateriais do país, em particular do apoio dos alagoanos para a história do Estado.  Segundo ela, cada pessoa auxilia com sua própria história para a construção da vida e personalidade cultural de sua localidade. Ela explicou que o patrimônio cultural é muito amplo e que é imprescindível não ter preconceito com nenhum tipo de cultura, quer seja erudito ou popular. É necessário que o cidadão tenha olhos para os acontecimentos com viés de cultura.

          Ela apresentou elementos que podem auxiliar para o registro de histórias, de épocas e de fatos, a exemplo de cartões postais, de fotografias de arquivos pessoais, de filmes e documentários. De acordo com ela, a época é de efervescência propícia ao registro, à guarda e à preservação dos acontecimentos, como apresentações folclóricas, procissões, encontros de músicos, de artesãos, entre outros.

          A historiadora foi enfática ao dizer que o Brasil precisa se conhecer para preservar seus bens culturais e que, para isso, é imprescindível investir em educação e em acesso às artes. “Assim o país poderá realmente ter uma guinada”, disse. Os professores de história Clara Suassuna e José Roberto Lima participaram do diálogo e fizeram intervenções acerca do tema. Do TRT/AL, também participaram os servidores Manoel Messias Feitoza, da Secretaria Judiciária, Fabiana Moura, da Ordenadoria de Despesas, Oswaldo Zaidan, do Memorial Pontes de Miranda, servidor Rafael Edgar Lopes Braga, Arquivista do Tribunal, do Setor de Gestão Documental, e os estagiários do curso de História, do Memorial, Alisson Alves da Silva e Lucas Antenor Ribeiro da Fonsêca.

       


      

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Atualizado em 23/08/2017